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Estreitando laços

No âmbito educacional, onde há clientes – pais e alunos – o marketing se faz mais que necessário.

“Se você não é visto, dificilmente vai ser lembrado”. O ditado popular é parafraseado e utilizado em diferentes contextos. Na era atual, a antiga frase de efeito se encaixa de forma inteligente e eficaz no universo do Marketing.  A palavra americana é traduzida como “mercado em ação”. O principal objetivo é proporcionar satisfação para quem vende e compra. No âmbito educacional, onde há clientes: pais e alunos, o marketing se faz mais que necessário, já que este, é tratado como um processo social.

A garantia de excelência no marketing educacional não depende de fórmulas mágicas, pois práticas simples se tornam eficazes se bem trabalhadas. Philip Kotler, um dos pioneiros no assunto em questão, popularizou a teoria dos 4P’s utilizada no marketing. Fala-se em produto, preço, praça e promoção. Imagine: Há uma Escola Adventista em uma cidade do interior de São Paulo, situada em um bairro de classe média. A instituição oferece ensino de qualidade, conta com o corpo docente qualificado e uma estrutura nova e moderna. A mensalidade é proporcional aos serviços oferecidos. Após análise e ajuste de todos esses pontos, o último “P” entra em ação: é hora de promover a escola.

Entender que marketing educacional não significa apenas obter sucesso nas vendas, ou colocar em prática a teoria dos 4P’s não é suficiente para criar laços eficazes com seus clientes. Para a realidade “marqueteira”, há gente que entende do assunto. São profissionais que se dedicam a estudar e colocar em prática diversas teorias. As instituições que priorizam profissionais especializados tendem a alcançar os objetivos estabelecidos. Uma das alternativas oferecidas nesse tipo de serviço são as tão conhecidas campanhas publicitarias.

Fidelizar clientes no contexto escolar é sem dúvidas criar laços com os mesmos. Na dinâmica atual, essa prática se tornou mais fácil, rápida e interativa. Basta um “F5” para se chegar à seguinte conclusão: escola e meio social digital devem estar sempre conectados. Essas conexões precisam ser intensas e ao mesmo tempo equilibradas, ou seja, dentro e fora da escola, online e off-line. Para que assim, laços sejam estreitados.

 

Victória Coelho é redatora da REA e estudante de jornalismo do Unasp.

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2 Comentários

  1. Josimar Silva

    Muito boa a matéria.

  2. Karina Rocha da Silva

    Escola e família e redes sociais precisam andar juntos ! Isso aí! Ótima matéria! Sou adventista e meus filhos estudam na Escola Pública e ultimamente estou preocupada com certas mudanças! Só Deus!

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