Mês: novembro 2017 (Página 1 de 2)

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Voluntariado educativo

Em tempos de individualismo e egoísmo, a escola deve se preocupar em incentivar os alunos a participar de ações sociais nas quais eles aprendam valores como cidadania e solidariedade.

Furacão Irma. Terremoto no México. Atentados na Somália, Nigéria, miséria no Brasil, no bairro, na rua, na esquina… Enquanto alguns alunos são arrancados das salas de aulas, outros prosseguem sentados virados para o quadro e de costas para o sofrimento no mundo. E onde fica a escola em meio a tudo isso?

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Som que alfabetiza

Método Fônico propicia relação entre sons e letras a partir da interação semântica de seus significados.

O-l-h-a-r p-a-r-a a-s l-e-t-r-a-s, jun-tar as sí-la-bas a-fim de formar palavras! Eis um dos métodos familiar a maioria dos brasileiros alfabetizados por meio de pontilhados e contornos. O zunido produzido pela abelha mantinha o mesmo traçado da letra A e da palavra ABELHA nas cartilhas. Os traços se apresentavam separados para o aluno passar o lápis e contornar, praticando assim a memorização. Um processo onde se partia das letras para posteriormente chegar ao som.

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Um casamento que deu certo

Educação e comunicação aliadas formam um time poderoso como instrumento de ensino

Não é de hoje que acontece o conflito entre o que pais e professores ensinam e o que as crianças aprendem na rua e, principalmente, com os meios de comunicação. Se há dez anos a preocupação era com o que os baixinhos assistiam na televisão, hoje o espectro é muito maior para uma geração que já nasce com o dedo deslizando sobre o smartphone. Entretanto, culpar a mídia não é a melhor solução, o ideal é que todos os envolvidos desenvolvam visão crítica para que a aprendizagem seja saudável.

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Educador cristão: entre o sibolete e o xibolete

o poder da palavra e seus sentidos no contexto da escola

Se há um tema sobre o qual parece haver consenso dentro dos estudos da linguagem é o de que podemos proferir X para, na verdade, significar Y. Oliveira e Basso, em Arquitetura da conversação – teoria das implicaturas, ilustram isso assim: Pedro e João são amigos, moram em Florianópolis e praticam o surfe. Ambos sabem que as melhores ondas acontecem quando começa a chover. É terça-feira. Mesmo assim, em pleno horário de expediente, Pedro liga para o escritório de João e diz: “- Tá chovendo”. E este responde: “- A gente se encontra onde?” Ora, sabemos que Pedro não teve a intenção de significar X, isto é, de informar o que João já sabia sobre a chuva, mas de significar Y, ou seja, convidar o amigo para irem surfar. E é justamente a Y que João acertadamente responde.

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Fé e Ensino: a audácia da integração

os alicerces da educação adventista devem estar fundamentados na palavra de Deus

A expressão “integração fé e ensino” tem se tornado um clichê entre os círculos educacionais no âmbito confessional cristão. Em geral, as pessoas mencionam e escutam essa expressão, pressupondo que o significado dela é claro e simples, mas acabam não refletindo de forma adequada sobre a profundidade teórica e prática desse conceito. Resumidamente, existem duas posturas extremas que atrapalham uma compreensão profunda do trabalho de integração fé e ensino. O primeiro extremo assume que a linguagem de integração é inadequada e o outro extremo confunde integração com interação.

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Realidade ficcionada

A ficção tem impacto na verdade. Ou seria o contrário? A ficção é um método de interpretação da realidade. O professor poderia usá-la com sucesso.

A ficção é condenável por quem a considera falsidade, uma vez que pura imaginação. Sim, a ficção é produto da imaginação; um escritor inventa realidades e, com isso, gera uma história fantasiosa: a ficção. Se a narrativa ficcional trouxer pontos de contato com a vida real, o evento será verossímil, pois parecerá verdadeiro ou possível de acontecer de fato; mas se parecer absurdo, sem contato com a realidade, então será inverossímil. De qualquer modo, é fantasia, mentira, indigna, então, de ser lida, pois influenciará a mente do leitor.

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