Categoria: Edição 1/2017

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Educador cristão: entre o sibolete e o xibolete

o poder da palavra e seus sentidos no contexto da escola

Se há um tema sobre o qual parece haver consenso dentro dos estudos da linguagem é o de que podemos proferir X para, na verdade, significar Y. Oliveira e Basso, em Arquitetura da conversação – teoria das implicaturas, ilustram isso assim: Pedro e João são amigos, moram em Florianópolis e praticam o surfe. Ambos sabem que as melhores ondas acontecem quando começa a chover. É terça-feira. Mesmo assim, em pleno horário de expediente, Pedro liga para o escritório de João e diz: “- Tá chovendo”. E este responde: “- A gente se encontra onde?” Ora, sabemos que Pedro não teve a intenção de significar X, isto é, de informar o que João já sabia sobre a chuva, mas de significar Y, ou seja, convidar o amigo para irem surfar. E é justamente a Y que João acertadamente responde.

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Fé e Ensino: a audácia da integração

os alicerces da educação adventista devem estar fundamentados na palavra de Deus

A expressão “integração fé e ensino” tem se tornado um clichê entre os círculos educacionais no âmbito confessional cristão. Em geral, as pessoas mencionam e escutam essa expressão, pressupondo que o significado dela é claro e simples, mas acabam não refletindo de forma adequada sobre a profundidade teórica e prática desse conceito. Resumidamente, existem duas posturas extremas que atrapalham uma compreensão profunda do trabalho de integração fé e ensino. O primeiro extremo assume que a linguagem de integração é inadequada e o outro extremo confunde integração com interação.

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