Categoria: Edição 1/2017 (Página 2 de 2)

A função do coordenador

A coordenação desempenha a tarefa fundamental de tornar as mediações de ensino mais práticas, eficientes e pedagogicamente efetivas.

A atuação do coordenador pedagógico em uma escola torna-se cada vez mais essencial para o bom desenvolvimento do trabalho pedagógico. Tanto a lei de diretrizes e bases da educação de 1961 quanto a de 1971 já previam a formação de supervisores para atuarem na educação. Porém, sabe-se que a concepção que se tinha da função do supervisor escolar como aquele que “vigia” e “controla” estão sendo superadas por uma visão de trabalho democrática e articuladora, recaindo sobre o coordenador pedagógico o papel que antes era atribuído ao supervisor, porém, agora em um novo formato.

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Arte contada

Antes de aprender a ler, o aluno deve amar a leitura através da história, contada com maestria pelo professor.

Quando o aluno não descobre a ligação lúdica e prazerosa que a leitura traz, geram-se diversos problemas em sua vida escolar e social. Ele deixa de vivenciar várias experiências, de refletir e desenvolver uma leitura do mundo, deixando de ser um indivíduo crítico da realidade. Muitas vezes, o papel do professor dificulta o desenvolvimento do hábito de ler, ele que deveria ser o maior mediador para transformar o ato da leitura num momento prazeroso. Consequentemente, ler tomou uma forma mecânica e apressada, de modo a privar o aluno de ter um contato com o universo das palavras, das descobertas e das novas experiências.

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A epidemia da obesidade infantil

Estar acima do peso na idade escolar gera consequências imediatas e de longo prazo na saúde do estudante.

A obesidade infantil ocorre quando uma criança está acima do peso normal para sua idade e altura, que geralmente é calculado pelo índice de massa corporal (IMC), avaliado por profissionais como médicos, fisioterapeutas, nutricionistas e os educadores na área da educação física.

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Política na Escola

Mesmo diante do cenário atual de descrédito da classe política brasileira, o assunto deve fazer parte das discussões do ambiente escolar para a construção de cidadãos conscientes do seu papel social.

A cada dois anos, campanhas eleitorais fazem parte da vida do brasileiro. Particularmente para nós, latino-americanos, isso significa muitos panfletos, jingles, horas de propaganda política na televisão e no rádio, sem contar os debates e discussões acaloradas. No Brasil, a votação é de caráter obrigatório para todos entre 18 e 70 anos e facultativa para jovens entre 16 e 17 anos, idosos acima dos 70 anos e analfabetos. Por conta disso, milhões de brasileiros de todos os estados, do Distrito Federal e até mesmo muitos que residem fora do Brasil saem de suas casas, quando se tem um pleito, rumo a uma zona eleitoral para garantir seu voto, que, desde o ano 2000, é computado eletronicamente em uma urna. Trata-se de mais 148 milhões de eleitores, número que cresce a cada eleição.

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Educador cristão: entre o sibolete e o xibolete

o poder da palavra e seus sentidos no contexto da escola

Se há um tema sobre o qual parece haver consenso dentro dos estudos da linguagem é o de que podemos proferir X para, na verdade, significar Y. Oliveira e Basso, em Arquitetura da conversação – teoria das implicaturas, ilustram isso assim: Pedro e João são amigos, moram em Florianópolis e praticam o surfe. Ambos sabem que as melhores ondas acontecem quando começa a chover. É terça-feira. Mesmo assim, em pleno horário de expediente, Pedro liga para o escritório de João e diz: “- Tá chovendo”. E este responde: “- A gente se encontra onde?” Ora, sabemos que Pedro não teve a intenção de significar X, isto é, de informar o que João já sabia sobre a chuva, mas de significar Y, ou seja, convidar o amigo para irem surfar. E é justamente a Y que João acertadamente responde.

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Fé e Ensino: a audácia da integração

os alicerces da educação adventista devem estar fundamentados na palavra de Deus

A expressão “integração fé e ensino” tem se tornado um clichê entre os círculos educacionais no âmbito confessional cristão. Em geral, as pessoas mencionam e escutam essa expressão, pressupondo que o significado dela é claro e simples, mas acabam não refletindo de forma adequada sobre a profundidade teórica e prática desse conceito. Resumidamente, existem duas posturas extremas que atrapalham uma compreensão profunda do trabalho de integração fé e ensino. O primeiro extremo assume que a linguagem de integração é inadequada e o outro extremo confunde integração com interação.

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