A mais nova descoberta da ciência apresenta outras formas de ver o universo e exige diferentes maneiras de ensinar astronomia em sala de aula

O dia amanhecera com poucas nuvens e um sol envergonhado. Era outono em Livingston, Louisiana (EUA), e o calor já não incomodava. Andar bons quilômetros até chegar ao centro de observação era compreensível para quem trabalhava lá, afinal, se fazia necessário estar longe de tudo que pudesse causar ruído ou vibração. Mas o clima pouco importava, pois, o dia de trabalho no LIGO se passava inteiramente dentro dos grandes laboratórios.

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