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A função do coordenador

 

A coordenação desempenha a tarefa fundamental de tornar as mediações de ensino mais práticas, eficientes e pedagogicamente efetivas.

A atuação do coordenador pedagógico em uma escola torna-se cada vez mais essencial para o bom desenvolvimento do trabalho pedagógico. Tanto a lei de diretrizes e bases da educação de 1961 quanto a de 1971 já previam a formação de supervisores para atuarem na educação. Porém, sabe-se que a concepção que se tinha da função do supervisor escolar como aquele que “vigia” e “controla” estão sendo superadas por uma visão de trabalho democrática e articuladora, recaindo sobre o coordenador pedagógico o papel que antes era atribuído ao supervisor, porém, agora em um novo formato.

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Arte contada

 

Antes de aprender a ler, o aluno deve amar a leitura através da história, contada com maestria pelo professor.

Quando o aluno não descobre a ligação lúdica e prazerosa que a leitura traz, geram-se diversos problemas em sua vida escolar e social. Ele deixa de vivenciar várias experiências, de refletir e desenvolver uma leitura do mundo, deixando de ser um indivíduo crítico da realidade. Muitas vezes, o papel do professor dificulta o desenvolvimento do hábito de ler, ele que deveria ser o maior mediador para transformar o ato da leitura num momento prazeroso. Consequentemente, ler tomou uma forma mecânica e apressada, de modo a privar o aluno de ter um contato com o universo das palavras, das descobertas e das novas experiências.

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A epidemia da obesidade infantil

 

Estar acima do peso na idade escolar gera consequências imediatas e de longo prazo na saúde do estudante.

A obesidade infantil ocorre quando uma criança está acima do peso normal para sua idade e altura, que geralmente é calculado pelo índice de massa corporal (IMC), avaliado por profissionais como médicos, fisioterapeutas, nutricionistas e os educadores na área da educação física.

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Política na Escola

 

Mesmo diante do cenário atual de descrédito da classe política brasileira, o assunto deve fazer parte das discussões do ambiente escolar para a construção de cidadãos conscientes do seu papel social.

A cada dois anos, campanhas eleitorais fazem parte da vida do brasileiro. Particularmente para nós, latino-americanos, isso significa muitos panfletos, jingles, horas de propaganda política na televisão e no rádio, sem contar os debates e discussões acaloradas. No Brasil, a votação é de caráter obrigatório para todos entre 18 e 70 anos e facultativa para jovens entre 16 e 17 anos, idosos acima dos 70 anos e analfabetos. Por conta disso, milhões de brasileiros de todos os estados, do Distrito Federal e até mesmo muitos que residem fora do Brasil saem de suas casas, quando se tem um pleito, rumo a uma zona eleitoral para garantir seu voto, que, desde o ano 2000, é computado eletronicamente em uma urna. Trata-se de mais 148 milhões de eleitores, número que cresce a cada eleição.

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À base de quê?

 

A nova edição da Revista Escola Adventista está recheada de novidades! O número está repleto de conteúdos práticos e relevantes, como a abordagem do PMDE de 2018, onde damos sugestões de como você, professor, pode abordar os temas de desenvolvimento espiritual dos dois primeiros bimestres: humildade e igualdade.     

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Somos um

 

Na escola, no clube, na rua. Saber se relacionar com os outros é uma habilidade que deve estar presente na vida de cada um.

Criar bons relacionamentos é extremamente importante em diversas áreas da vida. Mas essa característica tem “invadido” um setor específico nos últimos anos: os negócios. E se por “negócios” entendemos o mercado de trabalho, é para lá que os alunos vão. Hoje, torna-se cada vez mais necessário trabalhar em grupo, compartilha ideais e se comprometer com as pessoas no ambiente de profissional.

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