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Etapa Subestimada

O reflexo negativo da ausência do ensino fundamental 2 nas discussões educacionais.

Um novo ano escolar começa. Uma nova etapa inicia, a famosa fase das mudanças chega. Por volta dos onze anos o estudante muda o nível do ensino e passa para o ensino fundamental 2. Nessa etapa, o estudante formula hipóteses sobre os fatos sociais, associa-os à realidade e tem capacidade para referenciá-los com as disciplinas estudadas em sala de aula.

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Entrevista: Que permaneça a essência - Renato Stencel

Entrevista: Que permaneça a essência – Renato Stencel

O primeiro editor relembra os primórdios e defende os objetivos da revista Escola Adventista.

A sensibilidade de dois professores despertou a necessidade de uma revista para educadores adventistas. Renato Stencel não só pensou, mas embarcou na ideia, guiando-a por sete – bons, desafiadores e incansáveis – anos. Pastor e pedagogo, Renato é mestre em Educação pela Andrews University. O doutorado veio anos depois, também em Educação, pela Universidade Metodista de Piracicaba.  Atualmente, dirigindo o Centro de Pesquisas Ellen G. White Brasil, não se distanciou muito da educação. Dedica-se à pesquisa, ensino e preservação da memória adventista através dos escritos da profetiza que, dentre inúmeros assuntos, também deixou conselhos pontuais e práticos para a área educacional. Em entrevista à Escola Adventista, Stencel se recorda com carinho daqueles tempos em que a tecnologia disponível era pouca, mas a vontade de disseminar os princípios e valores da educação cristã era imensurável.

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A função do coordenador

A coordenação desempenha a tarefa fundamental de tornar as mediações de ensino mais práticas, eficientes e pedagogicamente efetivas.

A atuação do coordenador pedagógico em uma escola torna-se cada vez mais essencial para o bom desenvolvimento do trabalho pedagógico. Tanto a lei de diretrizes e bases da educação de 1961 quanto a de 1971 já previam a formação de supervisores para atuarem na educação. Porém, sabe-se que a concepção que se tinha da função do supervisor escolar como aquele que “vigia” e “controla” estão sendo superadas por uma visão de trabalho democrática e articuladora, recaindo sobre o coordenador pedagógico o papel que antes era atribuído ao supervisor, porém, agora em um novo formato.

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Arte contada

Antes de aprender a ler, o aluno deve amar a leitura através da história, contada com maestria pelo professor.

Quando o aluno não descobre a ligação lúdica e prazerosa que a leitura traz, geram-se diversos problemas em sua vida escolar e social. Ele deixa de vivenciar várias experiências, de refletir e desenvolver uma leitura do mundo, deixando de ser um indivíduo crítico da realidade. Muitas vezes, o papel do professor dificulta o desenvolvimento do hábito de ler, ele que deveria ser o maior mediador para transformar o ato da leitura num momento prazeroso. Consequentemente, ler tomou uma forma mecânica e apressada, de modo a privar o aluno de ter um contato com o universo das palavras, das descobertas e das novas experiências.

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A epidemia da obesidade infantil

Estar acima do peso na idade escolar gera consequências imediatas e de longo prazo na saúde do estudante.

A obesidade infantil ocorre quando uma criança está acima do peso normal para sua idade e altura, que geralmente é calculado pelo índice de massa corporal (IMC), avaliado por profissionais como médicos, fisioterapeutas, nutricionistas e os educadores na área da educação física.

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Política na Escola

Mesmo diante do cenário atual de descrédito da classe política brasileira, o assunto deve fazer parte das discussões do ambiente escolar para a construção de cidadãos conscientes do seu papel social.

A cada dois anos, campanhas eleitorais fazem parte da vida do brasileiro. Particularmente para nós, latino-americanos, isso significa muitos panfletos, jingles, horas de propaganda política na televisão e no rádio, sem contar os debates e discussões acaloradas. No Brasil, a votação é de caráter obrigatório para todos entre 18 e 70 anos e facultativa para jovens entre 16 e 17 anos, idosos acima dos 70 anos e analfabetos. Por conta disso, milhões de brasileiros de todos os estados, do Distrito Federal e até mesmo muitos que residem fora do Brasil saem de suas casas, quando se tem um pleito, rumo a uma zona eleitoral para garantir seu voto, que, desde o ano 2000, é computado eletronicamente em uma urna. Trata-se de mais 148 milhões de eleitores, número que cresce a cada eleição.

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