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Terra de todos

O inóspito continente antártico não tem um dono, mas abriga as mais relevantes pesquisas sobre o futuro do planeta.

Era uma vez um lugar intocável. Os 13,6 milhões de quilômetros quadrados ao extremo sul, onde o verão na parte mais amena não sobe de zero grau e o inverno tem médias de -60ºC no interior do continente, têm quase a totalidade de sua superfície coberta pelo gelo. Não é de se espantar que só no século 19 o homem chegou por lá: as condições do ambiente não são as mais favoráveis para serem habitadas. Ano de 1821. O americano e caçador de focas John Davis marcou a história como o início da presença humana na região. Ao pisar na Antártica, o ser humano ampliou os seus limitados conhecimentos acerca da Terra.

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20 práticas fundamentais para a educação adventista

na edição comemorativa de 20 anos, a revista Escola Adventista resgata e sistematiza com os principais especialistas atuantes em nossa rede no Brasil os princípios elementares que alicerçam um dos maiores sistemas de ensino do planeta

Os fundamentos da educação adventista são, sem dúvida, os grandes responsáveis por tornar a rede de ensino na potência atual. A ideia de um trabalho pedagógico que conflua aspectos físicos, mentais e espirituais foi pensado por Deus ao estabelecer sua escola de profetas na Terra. Quando a revista Escola Adventista foi concebida, um dos seus propósitos era o de reforçar em cada edição visões e conceitos práticos dessas diretrizes que norteiam o ensino.

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Etapa Subestimada

O reflexo negativo da ausência do ensino fundamental 2 nas discussões educacionais.

Um novo ano escolar começa. Uma nova etapa inicia, a famosa fase das mudanças chega. Por volta dos onze anos o estudante muda o nível do ensino e passa para o ensino fundamental 2. Nessa etapa, o estudante formula hipóteses sobre os fatos sociais, associa-os à realidade e tem capacidade para referenciá-los com as disciplinas estudadas em sala de aula.

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Entrevista: Que permaneça a essência - Renato Stencel

Entrevista: Que permaneça a essência – Renato Stencel

O primeiro editor relembra os primórdios e defende os objetivos da revista Escola Adventista.

A sensibilidade de dois professores despertou a necessidade de uma revista para educadores adventistas. Renato Stencel não só pensou, mas embarcou na ideia, guiando-a por sete – bons, desafiadores e incansáveis – anos. Pastor e pedagogo, Renato é mestre em Educação pela Andrews University. O doutorado veio anos depois, também em Educação, pela Universidade Metodista de Piracicaba.  Atualmente, dirigindo o Centro de Pesquisas Ellen G. White Brasil, não se distanciou muito da educação. Dedica-se à pesquisa, ensino e preservação da memória adventista através dos escritos da profetiza que, dentre inúmeros assuntos, também deixou conselhos pontuais e práticos para a área educacional. Em entrevista à Escola Adventista, Stencel se recorda com carinho daqueles tempos em que a tecnologia disponível era pouca, mas a vontade de disseminar os princípios e valores da educação cristã era imensurável.

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A função do coordenador

A coordenação desempenha a tarefa fundamental de tornar as mediações de ensino mais práticas, eficientes e pedagogicamente efetivas.

A atuação do coordenador pedagógico em uma escola torna-se cada vez mais essencial para o bom desenvolvimento do trabalho pedagógico. Tanto a lei de diretrizes e bases da educação de 1961 quanto a de 1971 já previam a formação de supervisores para atuarem na educação. Porém, sabe-se que a concepção que se tinha da função do supervisor escolar como aquele que “vigia” e “controla” estão sendo superadas por uma visão de trabalho democrática e articuladora, recaindo sobre o coordenador pedagógico o papel que antes era atribuído ao supervisor, porém, agora em um novo formato.

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Arte contada

Antes de aprender a ler, o aluno deve amar a leitura através da história, contada com maestria pelo professor.

Quando o aluno não descobre a ligação lúdica e prazerosa que a leitura traz, geram-se diversos problemas em sua vida escolar e social. Ele deixa de vivenciar várias experiências, de refletir e desenvolver uma leitura do mundo, deixando de ser um indivíduo crítico da realidade. Muitas vezes, o papel do professor dificulta o desenvolvimento do hábito de ler, ele que deveria ser o maior mediador para transformar o ato da leitura num momento prazeroso. Consequentemente, ler tomou uma forma mecânica e apressada, de modo a privar o aluno de ter um contato com o universo das palavras, das descobertas e das novas experiências.

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